Gostaria de acordar com um telefonema teu
... nem que fosse como “prémio de consolação” de não ter conseguido conquistar-te na véspera ao ponto de teres dormido e acordado comigo; enfim, pelo menos havia conquistado o suficiente de ti para te teres lembrado, se não de mim, pelo menos do meu número de telefone – já não seria mau! Ou melhor, seria mais que suficiente para que, num qualquer amanhã, tentasse outra vez conquistar-te o abraço e o suor e o desejo e o corpo e a doce maresia das mentiras e dos sonhos.
... tudo isto a propósito de hoje ter acordado com a histeria do despertador - que chatice, a realidade.
Porra!
... tudo isto a propósito de hoje ter acordado com a histeria do despertador - que chatice, a realidade.
Porra!
Etiquetas: conto/crónica
8 Commenários:
Olha que despertar ao som de um telefone ou telemóvel é tão chato quanto a histeria de um relógio despertador!
É melhor partir pra conquista, uma vez mais. Vai con fé SB! Torço por ti.
Beijos transatlântico-tropicais
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Leticia Gabian, at 9 de março de 2007 às 14:56
Eu nem com despertadores,nem com telefonemas, de manhã quero é dormir...
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redonda, at 9 de março de 2007 às 19:25
Isso foi hoje. Amanhã não se sabe...
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APC, at 10 de março de 2007 às 06:04
E já é amanhã! ;-)
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APC, at 11 de março de 2007 às 06:04
Ah o que queremos nem sempre acontece...
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Moura ao Luar, at 13 de março de 2007 às 12:41
Boa semana.
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zé lérias (?), at 13 de março de 2007 às 21:49
Quero um novo "post" sobre elevadores, colheres ou outro tema parecido!
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redonda, at 14 de março de 2007 às 12:39
Caro amigo.
Sinto, sem perceber porquê, se é que estas coisas possam ter explicação, que nos perdemos. Continuo a ler-te assiduamente e a seguir o teu estilo acintoso e pleno de comicidade oportuna.
Caso te aprouver, diz alguma coisa.
Um abraço do Jorge
Madrigal
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Anónimo, at 14 de março de 2007 às 22:40
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